Os anos seguintes pediram disciplina. A Herreira cresceu de forma orgânica, abriu fábrica própria e aprendeu a atender de Goiânia para todo o Brasil sem perder a delicadeza de quem trabalha junto da peça.
Vieram revendedoras de norte a sul. Vieram clientes que acompanharam toda uma vida em joias — de noivado, de batismo, de recomeços. E veio também a percepção de que o conhecimento técnico que sustentava tudo isso vivia só na cabeça de quem estava no atelier.
Era preciso ensinar. De um jeito que fosse possível para quem vende em casa, no bazar, no Instagram, no salão de uma amiga.